quarta-feira, 4 de junho de 2014

Senhora José de Alencar


A obra relata a dramática história de amor entre Seixas e Aurélia. Seixas era um pobre mancebo, que trabalhava como jornalista, vivia na pobreza, mas não abria mão do outro lado da sua vida, com o qual gastava todo o seu ordenado: as festas da sociedade.
Aurélia também era uma pobre moça, mas que subira na vida após herdar a fortuna de seu avô fazendeiro: Era uma moça belíssima. Aurélia e Seixas iam se casar, mas esse casamento não ocorreu porque Seixas sabia que era pobre, e sabia que não era o homem certo para Aurélia, apesar de amá-la.
Esse relacionamento se desfez quando o pai de Adelaide de Amaral oferece um dote para que ele se casasse com sua filha, e ele aceita. Algum tempo depois de receber a herança, Aurélia decide que quer se casar, e resolve "comprar" um. O escolhido, no entanto, era Seixas, que aceitara submeter-se ao casamento, mesmo sem saber quem era a noiva, pois tinha necessidade do dote.
Logo após o casamento, Aurélia deixa bem claro que Seixas era um marido comprado, e que o que estava se passando era um casamento de conveniência. Apesar dos dois, de certa forma, amarem-se, nenhum dois dois demonstrava.
O casamento foi marcado por rotina e seca. Seixas, muitas vezes sentiu-se humilhado po Aurélia. Onze meses após o casamento, Seixas consegue o dinheiro de que precisava para desfazer o casamento, e isso que ele faz. No momento em que Seixas vai se despedir de Aurélia, já separados, Aurélia confessa que o ama de verdade, e suplica pelo o amor dele. Aurélia consegue provar esse amor, e conquista Seixas, mesmo ele achando que a riqueza dela havia destruído o amor dos dois 


O Seminarista de Bernardo Guimarães

No interior de Minas Gerais, Eugênio, filho de fazendeiros, passa a infância ao 
lado de Margarida, filha de uma simples agregada da fazenda. Dessa convivência 
nasce o amor. Para evitar que o caso de amor progrida, os pais de Eugênio o 
internam em um seminário, obrigando-o a seguir a carreira eclesiática. O tempo 
passa mas Eugênio não esquece Margarida. Com a ajuda dos padres, seus pais 
inventam a notícia do casamento da moça, o que desilude Eugênio e o faz decidir- 
se pela vida de padre. 

Certo dia,porém, ao voltar para a vila natal, ele é chamado a socorrer uma moça 
doente. Era Margarida. Ela lhe conta toda a verdade: tinha sido expulsa da 
fazenda, com a sua mãe, já morta, passava necessidades e não tinha casado com 
ninguém, pois ainda o amava. A paixão renasce com aquela visita e no dia 
seguinte os dois entregam-se ao amor. 

Atormentado pelo remorso, Eugênio se prepara para rezar sua primeira missa 
quando alguém o chama para encomendar um cadáver que acabou de chegar à igreja. 
Era o corpo de Margarida. Eugênio não resiste ao choque e na hora da missa 
enlouquece.